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Misturamos essencialmente conceitos de Empreendedorismo Social com Modelos e Projetos de Desenvolvimento Sustentável (Permacultura, Transição, EBC, BCSD, B Corp) desde janeiro de 2009, porque como diz Peter Druker, a melhor forma de prever o futuro, é criá-lo!

Venham plantar fruteiras no Alentejo!

Sintam-se todos convidados a participar nesta campanha de plantação de árvores de fruto em sistema Keyline (linha chave) e em Modo de Produção Biológico certificado.

 

Somos um casal com dois filhos de 6 e 11 anos. Estamos a instalar um Pomar em sistema Keyline que deverá ter 1589 árvores de fruto plantadas até final do próximo mês de Maio de 2013 na Herdade do Freixo do Meio, perto de Montemor-o-Novo.

 

A plantação iniciou-se a 8 de Fevereiro de 2013.

O tempo chuvoso deste final de Inverno e início de Primavera deixou encharcados os terrenos o que tem dificultado os trabalhos de plantação que estão um pouco atrasados.

TODA A AJUDA É BEM VINDA.

Já plantadas:

Framboesas ..........1.000

Damasqueiros .........100

Amendoeiras..............85

Pessegueiros..............79

Macieiras....................20

Ameixeiras.................43

Pereiras........................8

 

Por plantar:

Macieiras.............380

Pereiras...............192

Ameixeiras..........153

Laranjeiras...........138

Amoras................167

Nogueiras............156

Clementinas...........60

Tangerineiras.........50

Limoeiros...............35

Amendoeiras..........35

Tângeras................30

Pessegueiros..........21

Mirtilos................400

 

Estamos a plantar muitas variedades diferentes de fruteiras de modo a conseguirmos uma produção escalonada que possa ser vendida directamente a clientes próximos sem intermediários e a preços justos e acessíveis a todos.

No início e final de cada dia explicamos todos os passos para plantação de pomares em sistema keyline, com aplicação de composto, correctivos minerais, micorrizas e preparados biodinâmicos.

Uma oportunidade também para partilharmos conhecimentos com todos os que quiserem vir ajudar.

Estamos a preparar as caldeiras de plantação durante a semana, com remoção das ervas e abertura das covas de plantação e iremos tentar concentrar as plantações aos fins de semana, sempre que o sol nos ajude nesta tarefa.

Durante o Verão passado, com a preciosa ajuda do Jesus Ruiz, de Espanha (www.lineaclave.org), marcámos todos os locais de plantação das fruteiras que vão ocupar cerca de 5,5 hectares, no terreno onde estamos a trabalhar, num projecto independente, dentro da Herdade do Freixo do Meio, em Montemor-o-Novo.

 

PARA VER DATAS DA PRÓXIMA CAMPANHA DE PLANTAÇÃO CONSULTAR: 

http://permaculturaportugal.ning.com/events/planta-o-de-pomar-em-si...

 

Contactos:

 

Carlos Simões - cemcaos@gmail.com - 919806434

Catarina Joaquim - catarinajoaquim@yahoo.com - 961285124

 

 

 

 

COMO CHEGAR

 

Através da A6 – saída Montemor-o-Novo, virar à esquerda e seguir pela Nacional 114 em direcção a Coruche. À entrada de Foros de Vale de Figueira, virar à esquerda imediatamente antes do primeiro semáforo. Ao fim dessa rua seguir para uma estrada de terra, ligeiramente à esquerda até encontrar a entrada da Herdade do Freixo do Meio. Seguir depois a indicação --» “Visitas” (à direita) até chegar à Azinheira Sul situada junto do restaurante que tem cá fora uma esplanada de madeira.

 

Pela Nacional 114 – Vindos de Lavre, atravessar a aldeia de Foros de Vale de Figueira e virar à direita no último semáforo à saída da aldeia. Ao fim dessa rua seguir as indicações dadas acima.

 

Pela Nacional 4: Ao chegar a Montemor-o-Novo, vira na primeira rotunda em direcção a Coruche. Segue sempre em frente até chegar a Foros de Vale de Figueira. Logo à entrada da aldeia, a seguir ao campo de futebol, junto aos semáforos, virar à esquerda e seguir até final da rua. E seguir as indicações dadas acima.

 

A partir da Azinheira Sul, virar à direita (descendo) e 20 metros depois à direita seguindo as indicações “Freixo de Cima”, até ao monte isolado no meio do montado onde habitamos.

 

 

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Tags: Biodinâmica, EM, Voluntariado, fruteiras, keyline, plantações, árvores

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Comentário de CAOS em 9 abril 2013 às 22:48

Vamos finalmente ter tempo quente no fim de semana de 13 e 14 de ABRIL.

Renovo mais uma vez o convite para quem quiser e puder participar em mais uma campanha de plantação de fruteiras.

Comentário de CAOS em 3 abril 2013 às 10:23

O tempo chuvoso dos últimos dias tem dificultado os trabalhos de plantação. No entanto temos seguido com a plantação de algumas fruteiras mais adiantadas no rebentamento dos gomos.

A 7 de Abrir abrimos as portas para mais uma campanha de plantação com todos os que queiram comparecer na Herdade do Freixo do Meio em Montemor-o-Novo, onde a Primavera começa agora a chegar...

Comentário de CAOS em 13 março 2013 às 14:23

Depois de um interregno devido às fortes chuvadas retomamos no fim de semana de 16 e 17 de Março a plantação das fruteiras.

Renovo aqui o convite para que venham plantar raízes no Alentejo.

Um abraço.

Comentário de CAOS em 25 fevereiro 2013 às 21:18

Viva Francisco.
Obrigado pelas dicas.
Aqui vai o mail: cemcaos@gmail.com
Abraço.

Comentário de Francisco Manuel Mitelo Monteiro em 22 fevereiro 2013 às 19:23

Aconselho seriamente a ler o livro que te falei.  Sem dúvida que o "Edible forest gardens" do Jacke e  Toensmeier é mais trabalhado do ponto de vista conceptual (os primeiros capitulos do volume 1 são únicos), mas do ponto de vista prático o "creating a forest garden" é muito melhor. Alem disso é pequenissimo...  chuta o mail que eu tenho o pdf.

Também eu ainda não tenho triturador. Fundamentalmente pelos preços serem proibitivos... mas recentemente dei com este produto a bom preço:

http://riocovosantaeulalia.olx.pt/biotriturador-kipor-bk760-iid-350...

Vai ser dificil dar aí um salto. Tira muitas fotos...

Comentário de CAOS em 21 fevereiro 2013 às 20:38

Viva Francisco.

Inda um dia vens cá a baixo falar connosco...

Não tenho o livro do Martin Crawford.

Tenho: "Your Edible Landscape - Naturaly", do Robert Kourik

"Edible Forest Gaedens", do Dave Jacke (Volumes I e II)

Rainwater Harvesting - for drylands and beyond, - do Brad Lancaster (Volume II)

Roots Demystified, também do Robert Kourik

e claro, o Permaculture do Bill Mollisson.

Mas confesso que desde que deitámos mãos ao trabalho estão a apanhar pó ali na prateleira.

Só vamos plantar as fixadoras no próximo Outono/Inverno, ainda vamos analisar a quantidade de plantas a usar.

Tínhamos previsto um triturador a gasolina para ramos até 7 cm, rebocável com um carro, mas acho que vamos ter de abdicar dele por falta de verba.

A ideia era de facto triturar, podendo ainda usar alguns matos aqui da zona do montado para juntar nos primeiros anos. 

Logo veremos.

Comentário de Francisco Manuel Mitelo Monteiro em 20 fevereiro 2013 às 19:58

Tens o livro do Martin Crawford "how to create a forest garden" ? Ele tem formulas para ajudar no calculo da quantidade de plantas fixadoras de azoto e outros adubos verdes. 

VaiS fazer chop and drop ou trituras as plantas? Que genero de triturador vais usar?

Comentário de CAOS em 20 fevereiro 2013 às 10:16

Viva Francisco.

O que fizemos foi contactar alguns fornecedores de micorrizas, dos quais não obtivémos resposta. Entretanto conhecemos uma pessoa (João Ventura da Vida na Terra) que em portugal, tem trabalhado com chá de composto e com estas micorrizas, que provêm de Inglaterra e com bons resultados.

Enviámos ao João Ventura as nossas análises de solo, bastante detalhadas, e ele aconselhou-nos o que usar. As micorrizas são para nós um um mundo ainda a explorar.

Conhecemos os benefícios das micorrizas, sobretudo à plantação, ainda por cima num solo pobre como o que estamos a trabalhar. Não quisemos deixar de usar, ainda que possam não ser as mais adequadas.

Só há pouco tempo, em conversa com o Jesus Ruiz, de Espanha, percebi que se podem colher micorrizas em bosques próximos que talvez possam ser mais adequadas e sobretudo mais baratas...

Quanto ao número de arbustos fixadores de azoto, não fiz nenhum cálculo. 

O que vamos fazer é preencher os espaços entre as fruteiras, sempre na linha. Para que possamos passar o tractor em keyline com o arado Yeomans, na entrelinha.

Ainda estamos a estudar que arbustos colocar na linha das diferentes espécies de árvores, que deveremos plantar apenas no próximo Outono/Inverno.

Seria preferível colocar primeiro as pioneiras e só depois de três anos passados, instalar as fruteiras num solo já melhorado. Mas trata-se de projectos Proder que não contemplam este tipo de intervenção e têm prazos para cumprir, pelo que sentimos que estamos a fazer uma floresta de alimentos, um pouco ao contrário. Temos que fazer apenas o que podemos, para depois fazermos o que queremos.

Estamos também num processo de aprendizagem. Vamos aprendendo com outros e testando no campo técnicas que vimos aplicadas noutros locais. É verdade que em Portugal não conheço nenhum outro projecto deste género. Por isso queremos partilhar com todos o trabalho que estamos a realizar e a convidar à participação de um maior número de pessoas possível. Não só porque precisamos de ajuda, mas também porque queremos que todos possam acompanhar e aprender com o nosso trabalho ao longo dos próximos anos.

Percebemos que nesta zona sul do país, com solos ligeiramente declivosos e pobres e com uma precipitação relativamente baixa, o sistema keyline pode trazer grandes benefícios a todos, sobretudo no melhoramentos de pastagens, pomares ou olivais, por exemplo.

Estamos a tentar trazer aqui no início de Junho o Jesus Ruiz Gámes, com o arado Yeomans, para intervir no nosso terreno e também para dar um Workshop de keyline. Os custos de deslocação (a partir de Valência) são elevados, e ainda estamos a tentar garantir as verbas para esse evento que espero anunciar em breve.

Um abraço.

Comentário de Francisco Manuel Mitelo Monteiro em 18 fevereiro 2013 às 18:18

Não conhecia esta micorriza. Apenas conhecia a rootgrow também britânica...  Tens alguma experiência com esse inoculado ou foste aconselhado como sendo a micorriza mais adaptada ao teu género de terreno? 

Fizeste algum género de calculo quanto ao numero de arbustos fixadores de azoto que vais colocar?  

Provavelmente tens em mãos o projecto deste género com maior dimensão em Portugal. 

Comentário de CAOS em 13 fevereiro 2013 às 21:18

Viva Francisco.

A micorriza é comercial (Mycortex da Biothecnica). Temos muito trabalho todos os dias e apenas quatro braços disponíveis para cuidar de tudo e ainda de duas crianças. Tinha de explorar uma nova área para saber como fazer um inoculado que pudesse ser eficaz. Vamos sempre fundo nessas questões e não estamos com tempo para explorar uma nova área. Lá iremos, certamente!

Sim tencionamos plantar arbustos na linha de plantação, nomeadamente arbustos leguminosas (tojo, giestas, pascoinhas e tagasaste) que irão servir para podar todos os anos, triturar e usar para mulching. Quando cortamos a parte aérea da leguminosa, há uma parte da raíz que morre, libertando dessa forma o azoto que se forma no rizóbio e que fica disponível para as fruteiras. A parte aérea dos arbustos leguminosas, depois de triturada, será usada para mulching na caldeira das fruteiras.

Trata-se de um solo pobre (menos de 1% de matéria orgânica), que teve problemas de erosão. É uma área de montado cujas árvores foram arrancadas há muitos anos para a campanha do trigo.

Um dos principais objectivos do nosso trabalho é precisamente recuperar o solo, daí o uso do keyline, o recurso a micorrizas, EM e preparados da Biodinâmica.

Na entrelinha de plantação, vamos semear apenas no próximo Outono uma consociação de leguminosas, gramíneas e crucíferas, com um semeador de linhas (sempre em key line).

Tencionamos depois usar galinhas para aparar as ervas e depositarem os seus excrementos, com um atrelado que circula pelo pomar dentro de uma vedação móvel electrificada.

Desconfio que ficou ainda mais curioso....

Um abraço.

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