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Economia de Transição

Somos uma Rede Social, com mais de 6.000 membros, promotora do projeto ENERGizar.pt.

Misturamos essencialmente conceitos de Empreendedorismo Social com Modelos e Projetos de Desenvolvimento Sustentável (Permacultura, Transição, EBC, BCSD, B Corp) desde janeiro de 2009, porque como diz Peter Druker, a melhor forma de prever o futuro, é criá-lo!

 

Mudar........Ilusão comoda


Pensos para o dói-doi! 


É a isso que tudo se resume… Não posso fazer nada já cá encontrei o que conheço! 


Resta colmatar feridas e esperar por tempos melhores. 


Criar ilusão atrás de ilusão, nisso o SER “humano” tem sido muito habilidoso, adiar deixar para os outros, ou então centrar se no “fora de si”. 


Essa é a grande verdade que ninguém quer assumir, pois isso revelaria ausência de inteligência. Vamos nos entreter ao faz de conta não sabemos bem em que proveito, mas como já vimos em diversas ocasiões e até nas coisas mais simples, mudar-nos parece algo que não está ao nosso alcance. Repita esta frase algumas vezes e sinta-a… 


Não faz muito sentido pois não? 


Não é mudar o mundo nem a boa disposição do amigo ou do familiar ou mesmo mudar de aparência, é mudar se no seu sentido de SER, esqueçam o parecer e o que o que vos é exterior, pode ver. 


Isso parece difícil só de se pensar nisso, sim pensando e não sentido parece utópico. 


Mudar qualquer aspecto que seja visível aos outros é fácil mas mudar algo que nos é apenas perceptível a nós e experiênciável, isso já é uma dor de cabeça! Como? Isso não me foi ensinado! Preciso de um método, de um mestre, de um processo mental, e mais? 


Desculpas e mais desculpas, um dia destes tenho que experimentar, agora não é oportuno… Isso é questionável, porque é que existe sempre um motivo e uma razão para adiar o nosso SER. Que proveito é que isso tem ou que resultado é que isso origina. Ficamos quietos… Com uma tremenda vontade de sentir talvez, mas o medo mais uma vez condiciona o Amor a nós Próprios, em Ser. 

É certo que enumerar e apontar não é solução, mas se alguém observar e te propuser que te questiones e te sintas, apenas te está a dizer Ama-te, e ao mesmo tempo diz-te Eu Amo-te. É lindo! 

A simplicidade de uma flor é algo belo que nos faz silenciar por momentos e nos faz turbilhoar o coração quando a contemplamos. A sua cor, o seu cheiro, o toque suave em que a envolvemos, parece que em volta de algo tão agradável não existe mais nada, apenas o diálogo, o momento entre ti e a flor, é sentir vida na sua amplitude. Olha-te como uma flor, observa-te, a tua respiração, sente o teu cheiro, sente o teu toque, fecha os teus olhos e contempla-te, navega em ti. Começa o processo do auto-conhecimento. 

Sim, pequenas coisas, simples, sentir não é complicar é precisamente o oposto é "descomplexar", aligeirar, suavizar tornar nos leves de tudo o que carregamos, e para isso não é preciso muito. Não digo que seja fácil embora a dificuldade não resida no fazer, no agir, mas sim no querer e no escolher. Sim é preciso escolher e não apenas quando isso nos é conveniente, isso não é ser, isso é parecer e a linha é ténue e engana a qualquer um.

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Tags: Pensamentos, Transição, de, e, sentimentos

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Comentário de Carla Batista em 19 dezembro 2012 às 15:14

Gostaria de acrescentar a este post o que me moveu na sua publicação. Depois de ler um destes dias "a Carta Aberta do Gabriel" que mexeu comigo não apenas pelo que ele expôs, mas também pela quantidade de respostas que ele teve e o seu conteúdo... Sem citar nenhuma em particular, senti que além de existir em todos nós momentos de lucidez, também existem aqueles em que ficamos envoltos em nevoeiro bem denso. Acredito que são fases da nossa vida e experiencias em que nos é exigido que por força de pressões exteriores sejamos levados a criar!! Sim criar, outras perspectivas outros conceitos, outros hábitos, outras rotinas, em alternativa às que tínhamos mecanicamente enraizadas.

Nesses momentos tenho como experiencia que, quando estamos bem conosco, apreciamos o desafio ou a nova experiencia e tentamos sempre tirar o máximo proveito, abordamos o que nos acontece considerando o que de bom aprendemos sobre nós numa experiencia que nos parecia infeliz.

Quando não estamos de bem conosco (ausentes no nosso coração) é tudo terrível  medonho, é um castigo, leva nos a sentimentos que nos derrubam ainda mais, como a angustia a revolta a insatisfação.

O que quero dizer é que quando o Amor ocupa em plenitude o nosso coração, deixamos de reclamar e agimos com força, frieza e clareza, e sobretudo com um sorriso do tamanho de um arco-iris.

:D

Nesta sequencia...

Lembrei me que tenho muitos testemunhos de "MIM"com base em observações, profundas e resultantes de momentos mais lúcidos e que da mesma maneira que as experiencias com a horta ajudam os demais na sua própria experiencia acho que chegou o momento de partilhar também esta horta interior, que por certo é fundamental para que a PERMACULTURA faça sentido.

Então que se faça luz e haja muito Sol nas mais diversas hortas exteriores e interiores :D

Comentário de Carla Batista em 19 dezembro 2012 às 13:56

É simples Juliana, não é fácil ou difícil.  precisamos de recordar a simplicidade, mas qualquer mudança implica trabalho, eu prefiro chamar-lhe entrega, devoção, empenho... mas sim tudo se resume ao Amor a si mesmo e à Vida...

Muitos esqueceram, ou nunca conheceram "o Amor" :D

Abraços e muito ECO ;) por esses corações....

Comentário de Juliana em 19 dezembro 2012 às 12:56

Tens razão... Mas penso que não é tão dificil como parece, penso que o ser humano actua no momento e altura certa, quando se ouve uma "voz" dentro de nos e nos guia para um caminho de conhecimento e libertaçao espiritual. Todos a seu tempo encontraram esse Amor, uns antes outros depois, talvez noutra vida.. Tudo de bom :)

Comentário de Vítor Hugo em 19 dezembro 2012 às 10:51

Consulta:  http://www.momentum.pt

 

Comentário de c.s.Melo em 19 dezembro 2012 às 9:28

isto naõ podia vir mais a proposito

estou inserida num meio em que se vive apavorado pelo que se imagina que os outros pensam,e ao mesmo tempo hja o culto da culpa, do julgamento exacerbado a toda a hora a todo o instante

vivo agora num lugarzinho do nosso país, onde vigora o olho por olho, a ofensa, o não se ficam a rir de mim

uma pessoa tenta partilhar o pouco que sabe e é acusada de se armar

ninguem diz nada na cara, mas depois nas coisas é so cortar

faz-se uma pergunta, pensam que estamos a gozar, e ainda por cima todas as acusações se limitam a conceitos vagos que não passam de julgamentos de valor e não conteem nenhuma objectividade

Não acuso as pessoas do lugar, mas sim as o culto do obscurantismo que desde ha séculos impera.

Não me ponho de fora, faço partge da coisa mas tudo o que sou serve para ser desclassificada pois não ha mais ningujem assim- a roupa as ideia, até o falar são interpretados como ataque

Aqui no pais real, onde as gentes ainda estão agrilhoadas por séculos de obscurantismo, é que se precisa de gente que cante edançe e ria e espalhe amor

aqui nde ninguém está interessado, é que se precisa de iniciativas, culturas várias, mas quando convido alguem, não querem, preferem ir para onde o publico já é certo, onde a transição ja anda

A minha vila precisa de vós, dos que ja levantaram um pouco do véu da ignorancia para que as pessoas consigam parar de viver em função do medo do que hão-de pensar os outros

bem hajas

catarina

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