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Associação Permacultura e Transição Portugal

Viva!

Partilho agora convosco o porquê da necessidade de uma associação.

Para já, não vou ser exaustivo nos benefícios:

1. A Rede Permacultura e Transição Portugal passa a ser de facto uma entidade colectiva e democrática (capaz de tomar decisões sobre a propriedade do conteúdo desta Rede por exemplo);

2. O trabalho de gestão da Rede passa a ser partilhado, baseado em compromissos, que os associados passam a assumir voluntariamente.

3. Torna-se mais fácil construir uma estrutura mínima, que assegure melhores serviços a todos os que se interessam por Permacultura e Transição (serviço de documentação ou edição de vídeos práticos por exemplo);

4. Torna-se mais fácil aceder a financiamentos e subsídios que ajudem os associados nos seus projectos (usar o potencial da Bolsa de Valores Sociais por exemplo);

5. A sociedade em geral, e as instituições em particular (universidades e municípios por exemplo), passam a ter um interlocutor que representa muitos dos que praticam Permacultura e Transição em Portugal;

6. Começam a criar-se as bases para criar sistemas formação e certificação em Permacultura e Transição;

Qual é a V. opinião?

P.S: vou liderar/facilitar este processo de criação da associação, mas não quero estar em nenhum órgão social da mesma.

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Tags: associação, permacultura, transição

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Comentário de BEMCOMUM.net em 17 fevereiro 2011 às 9:12
Interessante lembrete, quando tenho neste momento que tomar decisões importantes...
Comentário de Catarina Joaquim em 6 julho 2010 às 2:36
Olá amigos. Há já vários grupos de permacultura em Portugal. Cada um deles, devido às suas características intrínsecas (local, aptidões e apetências das pessoas que os compõem) mais vocacionado para determinados campos. Alguns deles aparentemente querem seguir para associações. Se for possível, a federação de associações parece-me uma ideia belíssima. Com uma grande capacidade de integração. Obrigada Luís.
Um abraço a todos.
Catarina
Comentário de Luís M. Gottschalk Mata da Silva em 5 julho 2010 às 20:40
O termo Permacultura é um símbolo no qual se revêem muitas pessoas, com intenções/visões eventualmente diferentes mas sempre algo de comum, que talvez não estivesse na vontade essencial dos criadores do termo, parecendo-me que esse "algo" é, essenciamente (como escreveu aqui a Catarina Joaquim) o contraponto de um sistema que já nos deu muito, mas que parece ter esgotado a sua energia criadora. O próprio Bill Mollinson diz que a Permacultura tem significados diferentes para pessoas diferentes (vídeo "In grave danger of falling food") e não parece importar-se muito com isso. Ao situá-lo originalmente num âmbito de design parece, mesmo, ter tido a intenção de aproveitar este fenómeno inerente a todo o design, que é a elasticidade dos limites do seu âmbito.

Eu concordo com a importância dada pelo João Leitão à utilização do termo Permacultura numa estrutura organizativa abrangente e inclusiva, tão inclusiva como o próprio termo parece ser. O desafio está em oferecer a estrutura a todas as pessoas que se revêem na permacultura, e não pretender oferecer a permacultura. Está em como manter o âmbito tão abrangente quanto possível, de tal modo que dela possam fazer parte pessoas/grupos dedicados a agricultura biológica, a construção sustentável, a animação socio-cultural ou à formação em permacultura propriamente dita (etc... et... etc...) e mantê-la tão liberta de condicionalismos quanto possível.

O termo Permacultura tem uma carga semântica e emocional, construída pelo trabalho de todos os que se revêem nesse símbolo. A utilizar-se outro termo, será que se poderia encontrar algum igualmente poderoso e abrangente? Uma estrutura que se designasse por esse termo teria, simplesmente, que adbicar de impôr as suas características mas, pelo contrário, deixar-se caracterizar pelo trabalho feito em nome da Permacultura. Não deveria apropriar-se do termo mas, pelo contrário, deixar-se apropriar pelas pessoas.

Bem sei que isto soa a abstracto, mas é abstracta mesmo que imagino a estrutura: uma estrutura, apenas. O trabalho organizacional, de divulgação, etc... é abstracto, sem que isto tenha nenhum teor negativo. Mesmo abstracto, tem que ser feito, é informação produzida com trabalho. É a teia do tear. A trama, o concreto viria das pessoas, das associações, dos projectos, das discussões, das ideias, das acções. A identidade seria o padrão resultante, construído por todos.

Abraços!
Comentário de mario em 5 julho 2010 às 15:00
também partilho da idéia descentralizadora; horizontalmente é que tudo isto deve funcionar!
além do mais com as ferramentas de informação disponíveis, ao alcance de um portátil: redes sociais, blogues, vídeo e áudio, inet-radio, on-line tv, vtc, etc., o que mais precisamos? inspiração, partilha de conhecimento, acção e determinação. a associação, ou melhor federação, emergirá espontâneamente.
só 2ç...
Comentário de Luís M. Gottschalk Mata da Silva em 5 julho 2010 às 8:34
Uma associação com núcleos, ou uma Federação de associações?

Já se debateu esta possibilidade? Reparem que uma associação nacional centralizada pode colocar problemas reais de representação aos seus associados... Nem que seja pela necessidade de deslocação, de calendário... Bem sei que Portugal é pequeno, mas é um facto, é pegada ecológica, é obrigar a que as reuniões gerais tenham mais peso, mais importância, sejam menos e mais objectivas, para justificar a deslocação de muitos.

E uma federação nacional de associações? Poderia crescer com o surgimento de novas associações federadas. Não sei o que a lei permite, mas talvez até pudesse congregar outro tipo de grupos. Federaria tanto as associações locais como eventuais outros níveis de organização, mesmo iniciativas individuais. Penso que isto é legalmente possível. Não precisaria de impôr disciplina nenhuma que pusesse em causa a identidade de cada membro federado. Os projectos seguiriam a sua vida (eventualmente com mais visibilidade, apoio), as associações locais surgiriam e continuariam a surgir e, estritamente para os que se ocupam da formação em Permacultura, porque não formarem, um dia, um Instituto (também federado) com uma componente natural de investigação, podendo interagir, nomeadamente, com o meio académico (ops, outra ligação "perigosa"?..).

Hoje vê-se em muitas coisas este movimento centrífugo que faz lembrar a expansão do universo, acompanhada do aumento local da complexidade. Ninguém mais pensa em fundar uma Grande Biblioteca como a de Alexandria. O que surge, cada vez mais, são redes de bibliotecas. Com um pequeno esforço central, essencialmente organizativo, um leitor em qualquer biblioteca de uma rede pode pesquisar informação que reside nas outras e ser mais objectivo e abrangente na sua investigação. Existem já escritórios "descentralizados" onde trabalham quadros de diversas empresas, perto de casa, evitando na maior parte do tempo a necessidade de se deslocarem a um escritório central.

Para quê, centralizar? Uma federação poderia servir como extensão do alcance das diversas associações, grupos, projectos, colocando-os em rede a diversos nívels, tal como este site nos coloca em rede sob o ponto de vista da comunicação e da informação. Sem impôr regras nem obrigações, apenas "ligando". Sem assumir, a nível federativo, iniciativas que quebrassem, que excluissem. Por exemplo, não teria que existir um órgão consultor da federação para apoiar os projectos, mas poderiam existir grupos federados de consultoria. Não teria que haver um órgão político da federação, mas poderiam existir grupos federados de acção política, mesmo que antagónicos entre si numa ou noutra questão. Não teria que haver um órgão de formação, mas poderiam existir várias escolas federadas (o âmbito da permacultura, aliás, só poderia ser coberto por inteiro numa verdadeira "Universidade", porque toca quase todos os campos do saber...). Uma destas "escolas", que poderia ser uma associação ou um Instituto (porque não) poderia ser uma estrutura relativamente pequena e autónoma que se ocuparia essencialmente da questão da certificação dos cursos de Permacultura.

A federação poderia, entretanto, apoiar a constituição destes grupos, ajudá-los a dar os primeiros passos, a ultrapassar os obstáculos burocráticos.

Dá mais trabalho assim? Não dá... Vendo bem, o esforço seria repartido por muitos, por um lado e, por outro, as sinergias não seriam enormes?
Comentário de Sara Anahory Vapaos em 5 julho 2010 às 2:23
Peço desculpa intrometer-me, ainda agora entrei neste território importantíssimo. Estamos todos com os corações nas mãos. Tudo o que se diz e se sente é relevante. Só umas palavras de afecto, sem descurar nada das inteligentes palavras de muitos. João! Faça ou faz a Associação por Amor de Deus! Se é isso que quer e que sente que tem de fazer. Se é importante para si faça, e muitas outras hão de ser criadas e mais iniciativas mais ou menos politizadas, activistas e comprometidas com o PODER aparecerão já! Tudo acaba por ser político, todas as nossas escolhas, sabemos isso. Se é importante para si João faça e faça já! Sinto que se está a fazer uma tempestade por uma coisa que dará lugar a mais e mais...umas iniciativas funcionarão mais e melhor e talvez outras menos, e assim é em todo lado, desmistifiquem...e...mistifiquem de novo (porque é maravilhoso TENTAR)! Precisamos de todo o tipo de iniciativas para melhorar e mudar a qualidade da vida neste planeta e o título "Associação" é só um termo. Grande será decerto o impacto mas servirá de muito especular tanto ANTES de se fazer -o que alguém SENTE que se TEM de fazer? Tome a decisão, faça a Associação e goze por fazer o que lhe vai no coração. Terá a sua função. A energia e vibração planetárias estão a disponibilizar AGORA A OPORTUNIDADE PARA MUDAR O PLANETA. Se o João _pelo que percebo nestes posts há alguma resistência a ALGUMA e QUALQUER (?) iniciativa que tenha de trabalhar COM o poder_ será excelente ou mau "político", isso se verá. A intenção é boa? Faça a sua associação rogo-lhe. De todas formas não vimos já que ir CONTRA o poder só traz CONTRAriedades?? E nódoas negras?!?
(Adiante) gostava também de dizer que, com a minha algo calejada existência (mas muito ainda tenho de belas coisas práticas para aprender), pois passei tempos dela em ruas mal acessas de copo na mão a concomitar sobre como mudar o cabrão do mundo etc. e doía para caraças, pois, (desculpem o palavriado) depois de notar que, pois se tomarmos a coisa feia com uma ligeireza maior e chamar àquilo massagem para aquilo ser aceite mas aquilo até curou, então massagem será. Entende-se?
Comentário de Catarina Joaquim em 5 julho 2010 às 0:36
Olá a todos!
Tenho lido atentamente estes comentários maravilhosos e, mais uma vez, sinto-me muito feliz por ter encontrado este “lugar” (tempo, pessoas,…)

Sou filha dos anos 70 em Portugal. Os nossos pais acreditavam que a liberdade residia na democracia (leia-se fim da ditadura), que era preciso intervir através de partidos políticos e que a esperança de mudança residia nos seus programas políticos. Que as reivindicações pretendidas se obtinham através de manifestações de força, nas ruas. Que era necessário ser Poder ou chegar ao Poder de alguma forma, para mudar o mundo (ou a sua rua). Formaram-se associações, formaram-se cooperativas, formaram-se juventudes partidárias… o resultado é conhecido. Vivi essa energia positiva, mas também o desânimo consequente. Tudo foi ocupado por grupos com ambições políticas, partidárias ou pessoais.
A criação de associações que pretendem lutar por alguma coisa, que pretendem “tornar-se uma força social incontornável capaz de influenciar o poder político” direcciona uma grande energia para uma única tarefa… e atraem forças muito negativas…
Uma associação faz parte do mesmo sistema, quer criar mudança dentro do sistema… acaba por cair no “mudar qualquer coisa para ficar tudo na mesma”. É assim que esta (nossa) sociedade encara as “forças sociais incontornáveis”: esvazia-as da sua energia, cedendo em qualquer coisa. Ninguém (bem intencionado) é arrastado para o que não quer no imediato. As cedências são pequenas e graduais. Geralmente a associação vai mudando a sua forma de actuar lentamente, perdendo a sua energia lentamente…
Não posso evitar voltar a citar a frase do Einstein, citada pelo ManuelJ “Não podemos resolver os problemas significativos que enfrentamos partindo do mesmo nível de pensamento onde estávamos quando o criámos.” É um lema para a vida…

A minha introdução revivalista teve por objectivo contrapor essa atitude àquela que encontrei na permacultura. Encontrei muita gente a trabalhar (não a lutar) na terra, em comunidade, em educação, em energia… em soluções… Sinto um movimento muito forte, em expansão acelerada. Com uma energia que se alimenta a si própria e aumenta com a sua expansão… Sinto-me radiante por estar a viver este período! Finalmente algo faz sentido! A energia de um grupo de pessoas com o mesmo objectivo é imensa!!! mas perde-se, esvazia-se com a escala…
Uma associação de pessoas resulta muito bem quando é pequena (facilmente há consensos e evita-se a ditadura das decisões “democráticas”) e quando os objectivos são muito concretos e realistas, evitando a vertigem do poder de influencia. Isto leva-nos a associações ou grupos locais (ou nacionais mas focados em tarefas específicas).

A política. Tudo é política e a permacultura é, sem dúvida, muito política: uma imensa revolução! É como uma revolução tem de ser. Serena e firme, segura, inclusiva, participativa. Transmite-se, não se impõe, não se reivindica. É uma necessidade e, enquanto permanecer como tal, não esmorece, fortalece-se. Tanta gente a trabalhar com dedicação só é possível enquanto dádiva e partilha. Quando começa a ser uma bandeira quebra-se o selo. Muitos vão querer empunhar a bandeira, gritar e exigir em nome de outros…

Querer influenciar o poder através de uma Associação é lutar com as mesmas armas. Querer apoios financeiros idem. É combater. É fogo contra fogo, água contra água.

Na minha opinião, temos de mudar de paradigma. E fazer a revolução. Simplesmente fazendo. Aplicando também aqui a Simplicidade Voluntária. Abdicando do poder teremos poder. Quando todos querem, a força reside em não querer.

Uma associação que não tenha o objectivo expresso de influenciar o poder parece-me que poderá ser muito mais interventiva politicamente. Ao caminhar ao lado, ao fazer um caminho paralelo, a influência está lá (se o caminho se for alargando o tal Poder começa a espreitar por cima do ombro).

A nível funcional, para mim, um site de permacultura deveria funcionar por donativos.
Uma associação, a ser criada, deveria ter objectivos muito claros, passos pequenos e firmes para uma direcção segura. O financiamento de uma associação, grupo, etc. deveria continuar a ser por donativos e nunca por subsídios. Feito de vontade, não de dinheiro. Porque não tentar?

Um abraço a todos
Catarina
Comentário de Luís M. Gottschalk Mata da Silva em 4 julho 2010 às 21:03
Eu gostava de que os seres humanos pudessem interagir horizontalmente, ou seja, sem expressão de quaisquer relações de poder. Infelizmente, creio que não somos todos iguais, nomeadamente na capacidade de iniciativa, de esforço, etc. É um factor da natureza que gera tensões e relações de domínio.

As relações de poder mais desequilibradas nascem da aplicação de qualidades humanas excepcionais em proveito próprio, ou seja, quando uma liderança se empenha em agremiar apoios para atingir os seus próprios objectivos, mesmo que estes sejam altruistas.

A tendência imediata de um líder é levar os outros a seguirem-no no seu sonho. Mesmo quando o sonho toma a forma de uma realização colectiva, a sua génese ocorreu num indivíduo, ou em poucos. Não nos enganemos, muita gente acha que são precisos visionários deste tipo para que a humanidade avance. Mas, hoje, acho que podemos ambicionar a mais. Podemos querer que aqueles que têm capacidades organizativas e de iniciativa particularmente desenvolvidas tenham, também, discernimento e sentido de solidariedade suficientes para desejarem, acima de tudo, despertar e desenvolver o potencial de cada ser humano individual. A época dos heróis acabou há séculos e a época das massas tem que acabar. Ou não acham que as massas tendem a manifestar, muito mais, os mais baixos instintos do ser humano do que o seu mais alto discernimento?

Creio (opinião de leigo) que os princípios da permacultura só são possíveis através da acção de indivíduos conscientes, agrupados, sim, mas autónomos. Qualquer tentativa de criar um movimento de massas é uma movimentação do sistema de domínio actual; não corremos o risco de sermos "engolidos pelo sistema", simplesmente porque já seremos parte do mesmo à partida.

A nossa política tem que ser diferente. Deve haver um proselitismo, é claro, mas este deve consistir no diálogo interpessoal, que desperta a inteligência, e não no slogan, na campanha publicitária, na tentativa de manipulação de massas.

Voltando ao tema da associação, acho que poderá ser negativo se nascer uma associação "dos que acreditam nela e querem trabalhar", com o "consentimento" dos outros, que entretanto ficam à espera a ver se a coisa resulta. É injusto, convenhamos... E é exactamente a expressão do paradigma democrático actual que quere"mos" que termine: a maioria limita-se a escolher e seguir a liderança que lhe prove as suas capacidades. A "meritocracia" é apenas outra forma de "darwinismo social", outra forma de aristocracia.

Não é mandatando alguns para fazer "a associação que quiserem" e indo à nossa vida que fazemos uma coisa "inclusiva". É perfeitamente natural que o grosso da energia actualmente provenha de alguns. Se estes tomarem uma iniciativa que se pretenda inclusiva, os demais deverão dar-lhes todo o seu apoio, mesmo que seja na forma de crítica e expressando desacordo. É apenas mais um projecto. Este projecto deve, por seu turno, ter a preocupação de se manter sempre aberto à participação sem impôr barreiras, condições ou disciplinas. Por muito claras que sejam as ideias dos líderes, um projecto associativo deve ser a expressão das vontades de todos os associados. No caso de uma associação nacional, ainda mais...
Comentário de BEMCOMUM.net em 4 julho 2010 às 20:05
Olá a todos,

Sou muito sensível a todas as opiniões contra uma Associação de âmbito nacional. Há pessoas nesta Rede que muito prezo, que estão contra a ideia, muito importantes para a possibilidade da sua concretização.

Confesso que, como ser consciente neste Planeta, sinto urgência em acordar os meus concidadãos. Essa é uma das razões para valorizar tanto as Iniciativas de Transição, dado que me parecem, a forma mais eficaz de fazer chegar a Permacultura às pessoas.

A crise económica que vivemos, está a provocar um sofrimento tremendo em milhares de famílias, que apesar de serem muitas vezes cúmplices do sistema, não sabem que existem soluções. Merecem saber. É urgente que nos conheçam e que nos ajudem na grande mudança.

Como já afirmei nesta discussão, a Associação que imagino, deverá transformar-se numa década, numa força social incontornável, capaz de influenciar decisivamente a sociedade portuguesa e o poder político.

Compreendo quem vê nestas palavras a repetição de erros do passado, mas eu acredito nelas. Não tenho uma visão circular da História. Os humanos, apesar de características estruturais, evoluem...

Reconheço que o maior desafio neste momento, é não nos conhecermos suficientemente bem, para termos confiança uns nos outros. É de facto uma questão crítica, sem solução fácil.

É verdade também que uma das vantagens de uma associação de âmbito nacional, seria um acesso mais facilitado a fundos, e portanto, a possibilidade de criar uma estrutura mínima que beneficiaria toda a "comunidade". Financiar a Transição para a genuína sustentabilidade é fundamental. Quantos projectos morrem pela falta de capacidade nesta área?

Parece-me natural e saudável que estejamos nesta situação. Neste momento parece-me que a probabilidade de existir uma associação com os nomes permacultura, transição, e portugal, é muito baixa. E se calhar, ainda bem.

Até breve.
Comentário de projecto270 em 3 julho 2010 às 15:33
Este topico é deveras interessante porque reflete a realidade da Permacultura em Portugal.Falta de associativismo e de querer na realidade uma transicção de um paradigma gasto para um outro incerto ou antes certo.Será precisso um organismo oficial para as pessoas se associarem?obterem apoio? Um alarde de desperdicio de experiencia acomulada ao longo de anos. Demonstração de querer perpetuar um sistema de corrupção, manipulação paternalismo e autoritarismo.Os projectos precissão de pessoas, precissão de querer, precissão de dedicação tudo o resto é fuga em frente.Certificação em Permacultura é trabalho feito são telefonemas que se fazem são trocas diretas de informações.É afirmação da rede da vida, mais papeis mais burocracia mais,mais...Pensava eu que se pretendia cada vez menos.

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