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Vale dos Coiços
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O Vale dos Coiços fica nas Caveiras, montanha situada na cordilheira que separa a serra da lousã da Serra do Açor. Está situado entre os 650 e os 700mts de altitude, e orientado a nordeste. Aqui, corre a ribeira da Aldeia Velha, que traz água límpida e pura, e nem nos meses mais secos pára; e esta era a fonte de energia que moia o milho nos muitos moinhos aqui presentes.

Nas encostas onde antes reinava floresta, agora domina o castanheiro, o pinheiro bravo e o eucalipto em termos de árvores, e, as urzes, o tojo, e a carqueja nas arbustivas. Na fauna local encontramos o esquilo vermelho e o preto, o javali, o veado, o corço, a raposa e ultimamente até o lobo ibérico.

O Vale dos Coiços foi outrora um espaço onde os habitantes das duas aldeias mais próximas (Aldeia Velha e Loural) mantinham o gado em currais e onde cultivavam os inúmeros lameiros (terraças) com as culturas populares da região, como o feijão, o milho, a batata e outros. Estes lameiros foram construidos pedra a pedra pelos locais, ao sol e ao frio, e alguns têm dimensões impressionantes de 8 metros de altura.

Até aos anos 60, muita gente trabalhava como florestal, fosse na plantação, no corte, na resina.. Estas actividades mantinham a população ocupada e os incêndios longe.

Nas últimas décadas, o êxodo tirou daqui grande parte da população, e, aldeias que tinham 100 habitantes, foram reduzidas a 10 ou pouco mais. Foram em busca de “vida melhor”, para Lisboa, França, Alemanha, e poucos voltaram; somente nas festas anuais das aldeias voltam a dar a cara nestas paragens.

As escolas e as mercearias fecharam, e nas modernas estradas de alcatrão que aqui chegaram, todos foram e não voltaram. As casas, os lameiros, os pinhais ficaram ao abandono, e as silvas dominaram então a paisagem. Os incêndios florestais lavraram estas encostas nos últimos 30 anos, e a floresta tarda em voltar. Neste cenário, os únicos empregos que se encontram ainda hoje é indirectamente, a indústria da celulose, no corte do pinheiro bravo e do eucalipto.

Agora, e nos últimos 4 anos, muita gente nova encontrou aqui nesta montanha o seu cantinho de sonho. Viemos em busca de uma vida melhor, mais saudável, mais livre. Encontrámos aqui as condições ideais para construir um futuro digno, para as nossas crianças, e para quem se quiser juntar a nós.

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