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Uma equipa de investigadores da Universidade de Surrey, no Reino Unido, colocou a questão.

Um excerto na nota introdutória:

"This extraordinary ramping up of global economic
activity has no historical precedent. It’s totally at
odds with our scientific knowledge of the finite
resource base and the fragile ecology on which
we depend for survival. And it has already been
accompanied by the degradation of an estimated
60% of the world’s ecosystems.
For the most part, we avoid the stark reality
of these numbers. The default assumption is that
– financial crises aside – growth will continue
indefinitely. Not just for the poorest countries, where
a better quality of life is undeniably needed, but
even for the richest nations where the cornucopia
of material wealth adds little to happiness and
is beginning to threaten the foundations of our
wellbeing."

Em anexo, partilho o documento que pode revolucionar a Política no mundo inteiro...

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Anexos

Respostas a este tópico

caro joão, estimo em saber do seu empenho revolucionário.
no entanto, é importante referir que este estudo foi encomendado pelo governo inglês e que, como o próprio tim refere vezes sem conta, sem grandes resultados prácticos, como seria de esperar.
este documento foi baseado na décroissance, movimento com mais de 30 anos que dificilmente chegará ao mainstream com slogans chamativos. antes disso já o clube de roma tinha apontado neste sentido. portanto, nada de novo.
se estiver interessado em saber mais, pode sempre ir ao encontro deste ano, em barcelona, de certeza nos encontraremos por lá, se o fizer. no nosso blog pode encontrar ainda mais links como este.
abraços sustentáveis directamente da horta para o centro comercial.
que encontro eh este?
encontro anual de decrescimento económico?

já reparei que o de Londres dia 12 Jan já esta esgotado

e o de Barcelona seria então dia 26 - 29 Março 2010, é isto?

*
olá li, sim, a conferência de barcelona é de 26 a 29 de março.
podes ver aqui: http://www.degrowth.eu/v1/index.php?id=aboutthisconference
saudações sustentáveis
Li, não é um encontro é uma conferencia cientifica, sobre estudos de Decrescimento.

Não li ainda o documento, no entanto acho positivo que os governos encomendem este tipo de estudos, mesmo que eventualmente dirigidos. Para mim significa que se começa de facto a criticar esta vida absurda de crescimento economico sem fim, num planeta com recursos finitos.

À alguns anos que me interesso pelo Decrescimento e a simplicidade voluntária, não tenho duvidas que este questionamento é muito importante para o avanço para uma sociedade mais justa e fratenal.

A todos os interessados, no meu blog, podem encontrar inumeras traduções de textos do françes (sei que é dificil para muitos a leitura nessa lingua, por isso criei o meu blog à 2 anos atrás, sentia a urgencia dessa informação na lingua de Fernando Pessoa!)
http://odecrescimento.blogspot.com/



Li said:
que encontro eh este?
encontro anual de decrescimento económico?

já reparei que o de Londres dia 12 Jan já esta esgotado

e o de Barcelona seria então dia 26 - 29 Março 2010, é isto?

*
Já agora partilho um texto escrito por mim sobre Decrescimento:

O Decrescimento?

O decrescimento é um movimento de indivíduos, que um pouco por todos
os países industrializados, se questionam sobre o objectivo principal
da nossa sociedade actual: o crescimento económico.
A primeira coisa com que nos deparamos é mais que uma noção politica
ou idealista, é uma questão física! Não pode existir crescimento
infinito, isto é, sem limites, num mundo finito. Querendo isto dizer
que as matérias primas, sejam elas quais forem, terão, a um
determinado momento, um fim. Sobretudo se continuarmos a explorar
inconscientemente os recursos, sem nunca repô-los
As matérias primas que requerem a nossa principal atenção neste
momento são os combustíveis fosseis, não apenas pelo seu fim estar à
vista, mas sobretudo por cerca de 90% de toda a industria, comercio,
prestação de serviços, etc, se basear nestes para existir. Isto
significa que quando os combustíveis começarem a aumentar
consideravelmente de preço, por se tornar cada vez mais difícil a sua
extracção, o custo, por exemplo, da produção e transporte de bens de
consumo imediato aumentará, e muito. Deixará de ser rentável ir buscar
matérias primas à Ucrânia, que serão transformadas na Índia, embaladas
na China e vendidas em Portugal, porque todos os transportes serão
caríssimos, sem falar da energia necessária para a maquinaria, etc...
Será igualmente caro transportar o lixo que daí advêm para longe do
nosso olhar.
Com este exemplo apercebemo-nos que como consumidores somos
intermediários entre uma cadeia tentacular e espectacular de produção
e uma rede complexa de tratamentos de dejectos, com as quais, no nosso
dia a dia, não temos qualquer contacto e que desconhecemos quasi
totalmente.
Á primeira vista podemos pensar que o decrescimento se debate com
questões de ordem ambiental, pois, ao questionar os limites do
crescimento económico depara-se inicialmente com a destruição dos
recursos naturais, mas este questionamento leva-nos mais além,
damo-nos rapidamente conta da degradação social gerada por este estilo
de vida, o do sempre mais. Mais conforto, mais consumo, mais bens
materiais, mais trabalho, mais custos do conforto, mais tempo nos
transportes públicos ou nas filas de trânsito.
Por o capitalismo não ser uma ideologia, mas uma teoria económica, e
por isso não ter carácter político e social, é vazio a nível humano.
No entanto, tornou-se o motor impulsionador de quase todas as
sociedades, mesmo as de terceiro mundo. Uma sociedade baseada numa
teoria vazia não pode senão gerar uma sociedade com um enorme vazio
humano. A solidão já afecta milhões de pessoas no mundo ocidental, a
depressão é a doença do século XXI. Daí nos perguntar-mos, onde vamos
com esta sociedade em que os valores do foro da economia se sobrepõe
aos valores humanos?
O decrescimento baseia-se nestes dois pontos principais, o ambiente, e
os limites físicos do planeta, e as questões sociais.
O que fazer face a tudo isto?
A primeira coisa é tomar consciência. Quando se está consciente do que
se passa à nossa volta podemos tomar decisões e opções em função disso
e ter poder sobre o rumo da nossas vidas. Muitas pessoas em todo o
mundo fazem a escolha da simplicidade voluntária, o que, por outras
palavras, é optar por ter menos dinheiro, portanto, consumir menos,
mas ter mais tempo para si e para os outros. Ter um emprego em part
time, uma casa com uma renda mais baixa, ir para o campo cultivar a
terra, a auto suficiência, fazer hortas urbanas, são alguns exemplos.
A cada um a sua forma!
Uma vez em consciência podemos sempre ajudar os outros a olhar para o
mundo com olhos de ver. Quantos mais tomarmos decisões conscientes
mais fraco fica o sistema.
Apenas poderemos ter uma vida conforme a nossa vontade quando
construirmos um sistema mais adaptado às nossas necessidades humanas.
Construamos um novo presente!
Caro Projeto270,

Ainda não tive possibilidade de avaliar bem o documento, mas pareceu-me uma síntese com muita qualidade, do diagnóstico da situação e do conhecimento do mundo actualmente, e das possíveis soluções.

Não estarei seguramente em Barcelona, porque queremos, no Projecto Coisas do Vizinho, integrar a vida urbana com a vida rural.

Vocês, projecto270, querem chegar ao "mainstream"?
Caro Projeto270,

Ainda não tive possibilidade de avaliar bem o documento, mas pareceu-me uma síntese com muita qualidade, do diagnóstico da situação e do conhecimento do mundo actualmente, e das possíveis soluções.

Não estarei seguramente em Barcelona, porque queremos, no Projecto Coisas do Vizinho, integrar a vida urbana com a vida rural.

Vocês, projecto270, querem chegar ao "mainstream"?

projecto270 said:
caro joão, estimo em saber do seu empenho revolucionário.
no entanto, é importante referir que este estudo foi encomendado pelo governo inglês e que, como o próprio tim refere vezes sem conta, sem grandes resultados prácticos, como seria de esperar.
este documento foi baseado na décroissance, movimento com mais de 30 anos que dificilmente chegará ao mainstream com slogans chamativos. antes disso já o clube de roma tinha apontado neste sentido. portanto, nada de novo.
se estiver interessado em saber mais, pode sempre ir ao encontro deste ano, em barcelona, de certeza nos encontraremos por lá, se o fizer. no nosso blog pode encontrar ainda mais links como este.
abraços sustentáveis directamente da horta para o centro comercial.

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