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Comentário de Luís Amaral em 10 agosto 2011 às 0:21
Muchas gracias Erik! Compreendi o princípio! Simples e limplo ;-)
Grd abraço :-D
Comentário de Luís Amaral em 9 agosto 2011 às 23:52

Como vamos verificar Erik?
Não há links recomendáveis nem qualquer informação suplementar?

De qualquer forma mt obrigado pela dica. Deve de facto ser algo muito importante...  :-D

 

Comentário de Luís Amaral em 27 maio 2011 às 13:04

"Garbage Warrior" (Guerreiro do Lixo) é um inquietante documentário de Oliver Hodge, que numa postura de humanitário activismo nos abre perspectivas sobre alternativas reais à "vida moderna", através do exemplo da obra do arquitecto Mike Reynolds, o inventor dos já famosos EARTHSHIPS - casas construidas com enorme conforto térmico, numa filosofia de "circuitos fechados", por vezes 100% autosuficientes, que capturam água da chuva, usam energia solar e eólica e onde florescem hortas, pessoas e animais, comprovando como é possível fechar ciclos (make ends meet) e levar os conceitos da Permacultura bem longe.
O filme documenta o confronto que Reynolds prossegue com a Kafkiana máquina legal dos EUA, que insiste em preservar leis e normas absurdas não servem para nada, a não ser complicar a vida dos seus cidadãos e colocar toda a civilização em risco.

O vídeo pode ser visto em Garbage Warriors - Earthships

Ou pode ser carregado no megaupload (formato *.rar), ou no Torrent TPB.
As legendas podem ser descarregadas aqui

Comentário de João Jorge em 2 fevereiro 2011 às 12:07

Tal como a agricultura subsidiada tem de acabar, também a energia verde tem de provar que é rentável...

 

Austerity pulling plug on Europe's green subsidies

(...) The Spanish and Germans are doing it. So are the French. The British might have to do it. Austerity-whacked Europe is rolling back subsidies for renewable energy as economic sanity makes a tentative comeback. Green energy is becoming unaffordable and may cost as many jobs as it creates. But the real victims are the investors who bought into the dream of endless, clean energy financed by the taxpayer. They forgot that governments often change their minds.(...)

 

Fonte: http://www.theglobeandmail.com/report-on-business/commentary/eric-r...

Comentário de João Jorge em 30 janeiro 2011 às 23:58
Comentário de João Jorge em 25 janeiro 2011 às 23:43

Olá a todos,

Esta é para contra balançar um pouco.

É claro que este acontecimento contém em si mesmo uma desgraça: O poder político e científicos instalados, ignoram por completo qualquer alternativa (como esta) ao seu NEGÓCIO PRIVADO e nós continuamos a dedicar-nos a analisar a escassez de energia…

O problema não é a falta de energia, mas sim estarmos a usar tecnologia da “pré-história”.

 

http://www.journal-of-nuclear-physics.com/?p=360

 

Los medios de prensa y algunas revistas científicas, Intentan censu...

Las evidencias empíricas demuestran por su propio peso, que el prototipo de Andrea Rossi y Sergio Focardi  funciona y no emite radiación alguna. De hecho, han sido capaces de presentarlo en sesión pública en la Universidad de Bolonia, donde todos los asistentes quedaron atónitos. El Test ha sido un éxito y de hecho, la revista Journal of Nuclear ... Todo ello rodeado de un sospechoso escepticismo que rozaba la incredulidad irracional.
Rossi y Focardi sostienen que  cuando los números atómicos del nickel y el hidrógeno son fusionados en su reactor, la reacción produce cantidades ingentes de energía. El reactor usa menos de un gramo de hidrógeno y comienza con 1000W de electricidad, que posteriormente se ven reducidos a 400 W tras unos pocos minutos. Cada minuto, la reacción puede convertir 292 gramos de agua a 20 ºC en vapor seco a 101 ºC. La reacción  desde que la temperatura del agua alcanza los 80 ºC  hasta que se convierte en vapor requiere unos 12.400 W de potencia, el experimento  provee una ganancia de 12.400 sobre 400 W= Un ratio de conversión de energía de 31. Ello implica menos de 1 céntimo/kWh, lo que claramente es inferior a cualquier otra fuente de producción energética convencional.
La magnitud de este resultado sugiere que existe una tecnología viable que usa comúnmente materiales disponibles y que no produce CO2, ni radioactividad alguna, y tiene la ventaja de ser muy económica tanto desde el punto de vista de la producción, como de la implementación. Pueden encontrar aquí una descripción de la demostración realizada por Rossi y Focardi.
Pese al éxito de la demostración el paper de Rossi y Focardi ha sido censurado y rechazado para su publicación por las revistas científicas debido al procedimiento de censura previa existente en estas. La razón: No interesa a las grandes corporaciones asumir un sistema de energía basado en la gestión de la abundancia.
Pero la evidencia documental y la demostración son suficientes para que la comunidad independiente de científicos y en concreto esta revista, tome la decisión de publicar toda la documentación de Rossi y Focardi tras comprobar de forma fehaciente que el dispositivo funciona y que científicamente es viable y económicamente es necesario y rentable, ya que solucionaría definitivamente los problemas energéticos del planeta.
La pregunta que nos hacemos como científicos en este punto es: ¿Qué tipo de intereses mueven en este momento los hilos de las publicaciones científicas oficiales? Afortunadamente, no todas las revistas científicas son oficiales ni se guían por los intereses de las corporaciones y/o los políticos, de manera que puedan tener la oportuna difusión que Rossi y Focardi se merecen.
El esfuerzo de ambos por demostrar abiertamente que su dispositivo funciona ha sido inmediatamente avalado y comprobado por Giuseppe Levi, un físico nuclear del  INFN (Italian National Institute of Nuclear Physics), que les ayudó a organizar el pasado viernes la demostración en Bolonia.  Levi confirmó que el reactor producía los 12 KW  y también comprobó que la energía no era de origen químico pues no se producía consumo medible de hidrógeno. Levi y otros científicos independientes han sido designados para elaborar un informe técnico de evaluación sobre el diseño, ejecución y viabilidad del modelo para evitar las presiones de la censura mediática y así culminar el proceso de la patente de Rossi y Focardi.
Mientras tanto, la patente se encuentra en fase de concesión, pese a que existe oposición inquisitiva por parte de la comunidad científica ortodoxa, porque el dispositivo vulnera frontalmente las leyes actuales de la termodinámica.
Sin embargo, el dispositivo, documentación y expediente administrativo, sigue su curso, pese a la lógica oposición de los sectores más presionados política y económicamente, ya que atenta frontalmente contra los intereses económicos de las corporaciones.
Seguidamente ofrecemos la documentación más relevante sobre el dispositivo que se encuentra en trámite de concesión administrativa.

Comentário de Gonçalo Nuno Pais em 21 janeiro 2011 às 17:29

Já agora, uma achega acerca do paradoxo de Jevons http://en.wikipedia.org/wiki/Jevons_paradox .

Por hábito ou norma, o ser humano quando confrontado com algo mais eficiente aumenta o seu uso. Isto não quer dizer que não se deve optar por aumentar a eficiência energética de algo, mas que esta tem de ser consciente (não optar por um carro com o motor mais eficiente, mas este ser mais pesado ou ter ar condicionado por exemplo) e complementar a alterações comportamentais (ter lâmpadas mais eficientes, mas evitar deixá-las acesas toda a noite por exemplo).

Isto não é novo, acontece que temos pouca memória.

Outra coisa que devia ser altamente combatida é a obsolescência induzida, quer seja por materiais frágeis, induzida comercialmente, etc. que faz com que se empilhem resíduos pela constante troca de componentes.

 

No fim é tudo uma questão de equilíbrios...nada fáceis de se conseguirem!

Abraço

 

Comentário de Gonçalo Nuno Pais em 21 janeiro 2011 às 17:19

Podes presumir o que quiseres.

A eficiência energética é um dos meios para o fim. Dos 3 R's o primeiro (reduzir) contribui para a sustentabilidade, os segundos para diminuir a insustentabilidade!

São todos necessários.

Vou desligar o PC. ;o)

Comentário de Nascimento João em 21 janeiro 2011 às 17:04

Olá Gonçalo, boa tarde.

Presumo então que no caminho da simplicidade vais deixar de usar o teu PC?

É que o teu PC consome energia e tem plástico assim como uma panóplia de outros materiais nos seus componentes.

Não sou a favor de modo nenhum a recusar algumas coisas e não outras. Cada um, a bem da transição faz as suas escolhas. A bem da simplicidade voluntária, é melhor deslocarmo-nos somente a pé, transmitir mensagens por pombo correio, comer única e exclusivamente alimentos autoctones. Não ir ao cinema, nem comprar livros, lavar a roupa à mão.

A meu ver o problema que herdámos tem 3 vertentes.

Excesso de consumismo.

Energias poluentes e que provocam o aquecimento do Planeta.

Resolve-se vivendo com o indispensável, dispensando o luxo e o excesso.

Utilizando equipamentos, máquinas e transportes cada vez mais eficientes, usando energias renováveis não poluentes.

Reciclando o que existe.

E para quem quer e sinta a vontade, o regresso à natureza e à partilha.

Vejo na tecnologia o caminho para a Transição, se não fosse com a tecnologia não estariamos com esta "simplicidade" a trocar informação.  

É precisamente a tecnologia que dará à humanidade o tempo para meditar mais, ter tempo para disfrutar da natureza, brincar, conversar, plantar e Viver, cada um fará as suas escolhas.

Eu prefiro caminhar no sentido do avanço tecnológico que me leva todos os dias a compreender um pouco mais do Universo que me rodeia. Eva deu-me da sua maçã do conhecimento, e desde esse momento não mais quis parar.

Por isso eu quero ter Luz na minha habitação, máquina de lavar a roupa, um carro, um Pc, roupa e tudo o que o Universo me permitir ter.

Agora, se eu poder partilhar essa casa, a luz, ter máquinas de lavar a roupa comunitárias, carro que seja partilhado nos percursos, um Pc que outras pessoas podem utilizar... esse é um meio de não haver execessos, e devem utilizar as tais energias renováveis e não poluentes e ser tudo criado com materiais reciclados, que é o que a mãe natureza faz. É isso que a Humanidade está a compreender, que vive num Ser Vivo e deve aprender a viver nele... as "necessidades," são criadas por cada um de nós.

Comentário de Gonçalo Nuno Pais em 21 janeiro 2011 às 15:16

Sim, a eficiência energética não vem contribuir para a sustentabilidade, mas diminui um pouco a insustentabilidade.

Vem ao encontro da chamada "eco-inteligência" que prevê a transparência total como ferramenta para a alteração dos parâmetros de construção de produtos que preenchem as "necessidades" da sociedade de consumo.

Mas a verdadeira eco-inteligência é vermos um pouco mais longe e tentarmos suprimir todas estas nossas "necessidades" e caminharmos para a simplicidade voluntária. Podemos utilizar esse topten como um meio para o fim!

Abraço

 

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