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Informação

Educar sem Tareia

Esta é a Transição mais que urgente.

Vamos juntar informação, depoimentos, filmes, artigos e fazer crescer em força uma corrente para a primeira geração de crianças criadas de outra maneira.

Membros: 45
Última atividade: 10 Set

Proposta para o grupo Educar sem Tareia

Criticar cria resistências e extremar de posições.

Alternativas, esclarecimento credível e exemplos são as ferramentas quando queremos criar diferença.

Quem bate acha bem bater. Normalmente quem bate também levou tareia e acha que se tornou melhor pessoa por isso, ou pelo menos que não lhe fez mal nenhum...

E contra este "saber de experiência feito" opiniões não valem o esforço de repensar métodos.

Por um lado a denúncia é importante. E passa por colocar disponíveis os contactos e o que fazer em caso de violência.

No entanto, a maior parte da violência não é "caso de polícia" e por isso segue, como se fosse normal e aceitável e mesmo defensával, e isso só podemos alterar através de partilhar informação de qualidade.

Queremos filmes, artigos (melhor se for em português), links, depoimentos pessoais, e informação que nos ajude a ir compilando as razões da nossa força, da nossa certeza e da nossa energia de Transição para novas gerações de crianças educadas sem medo, sem agressividade, sem pressão psicológica pelo stress, sem amor em função do bom comportamento e sim por novos humanos, com a inteligência emocional e empatia que queremos ver no mundo.

E as crianças, são o princípio desse mundo.

E nós, somos essa Transição.

 

Violência e formas de violência

Negligência (que é uma forma de violência) e formas de negligência

Danos

Casos

Formas alternativas

Casos de sucesso sem tareia

Como é que os humanos aprendem realmente

O exemplo e a capacidade de ser firme sem ser agressivo

 

É um mundo.

Um mundo de dignidade que queremos restituir à infância primeiro. A nós, por consequência.

 

Grupo no facebook, para divulgação do tema e de informações http://www.facebook.com/home.php?sk=group_199013086795292&ap=1

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Comentário de Amparo Losana em 17 outubro 2011 às 12:31
Comentário de Sara Anahory Vapaos em 18 julho 2011 às 20:38
Não sei se este grupo ainda se mantém activo mas achei relevante a info encontrada no site do Dr.John Breeding para os pais e filhos da nova geração...

http://www.wildestcolts.com/video.html
Comentário de Ana em 7 abril 2011 às 20:06
"No meu sentir, o comportamento dos nossos filhos é exactamente o espelho de uma parte da nossa interioridade..."
Concordo! :)
Comentário de Ana em 7 abril 2011 às 19:58
Pois... De facto o Luís tem razão. Talvez as coisas não sejam assim tão simples... Acho que não há formulas mágicas. Já tenho lido que não se deve contrariar as crianças. Contrario a minha filha várias vezes. Aviso-a para não tocar (evito a palavra "não") e sou inflexível, mesmo que ela chore e abane os braços zangada. Tem apenas 1 ano, mas sei que tem de conhecer quais os limites, e a pouco e pouco entender que há regras. Não concordo com a permissividade presente na teoria do Attachment Parenting. Mas também não concordo com a lei da palmada. Talvez seja ilusão minha, mas depois de ter dado aulas durante alguns anos, sem ser possível o recurso à palmada ou reguada, apercebi-me que é possível educar sem violência. Atenção que para mim dizer não, contrariar e impor regras não é ser violento. É preparar para a vida. :) Crescer é isso mesmo. É compreender que nem sempre temos ou podemos fazer aquilo que queremos. E essa "violência" da vida dói, faz-nos chorar e prepara-nos fortalecendo-nos para o futuro. Se nem os animais permitem que as crias façam tudo o que lhes apetece seríamos maus pais de deixassemos os nossos filhos trilharem o caminho da vida sem qualquer tipo de orientação. :)
Penso eu...
Comentário de Luís Amaral em 7 abril 2011 às 19:22
Sei que este tema é polémico...
Apenas coloco algumas questões que me perturbam e confundem:
  1. Qual o "peso específico" de uma educação "intra-família" sem qualquer carga de violência ou pressão (física + psicológica) num contexto de violência sistematicamente "importada" quer pelos media (TV, rádio, outdoors, etc), pelas paredes (discussões dos vizinhos e etc...), na escola, na rua, nos campos de jogos, etc etc etc.
  2. Não estaremos a criar novos fundamentalismos e um paradigma exógeno à sociedade em que estamos inseridos?
  3. Não será esta nossa necessidade de excluir a "pressão" uma maneira airosa de nos desculpabilizarmos e, tal como com tantas outras "declarações de intenção" uma forma encapotada de inventarmos um pretexto para nos demitirmos de determinadas funções?

Correndo o risco de ser visto como "advogado do diabo", pergunto-me:

  • Compreenderemos nós inteiramente os perigos e os riscos a que nos submetemos (e aos nossos filhos) quando os "protegemos" excessiva e obsessivamente da violência (da nossa e do mundo)?
  • Não será essa excessiva protecção uma forma de os impedir de criar as suas próprias imunidades?
  • Estaremos dispostos a servir de escudos protectores dos nossos filhos até ao fim dos nossos dias, correndo o risco de morrer com uma profunda sensação de angústia por sabermos que sem nós eles poderão "sucumbir" às ~garras de um mundo agressivo e violento do qual nós sempre os tentamos "poupar"?
  • Como fazer a "inoculação" dos comportamentos agressivos?

Não, não me interpretem mal! Não advogo a tareia! De maneira nenhuma!

Apenas sou agitado por este tipo de interrogações.

É que conheço uma boa porção de pais que jamais puxaram uma orelha aos seus filhos... Mas estes... apesar disso, são tão violentos e inqualificavelmente "mal educados" que por vezes só falta defecarem no prato da sopa da mãe ou do pai e obrigarem-nos (aos pais) a comer...

Olhem para "esta entrada" apenas como uma "provocação" para estimular o debate. E uma forma de "pressionar", quem sabe e quem possui, a dar mais informação à Amparo Losana...

Comentário de Patrícia Mesquita em 7 abril 2011 às 4:30
Pois, minha querida Amparo!!! E se tu juntares ao "ramanhete" o reverso do que tu dizes... :(

(Pelo menos com a minha filha passasses isto) Depois, quando eles se enervam... devolvem-nos TUDO e em dobro, pois estão a fazer mal (fomos nós que os ensinamos) e estão a atirar-nos à cara aquilo que lhes fizemos...

A verdade é que nunca nos disseram que seria assim tão difícil e nunca (como agora) nos sentimos tão sozinhas! :)

Obrigada Sofia, pelo trabalho que estás a ter e que eu eu sei que um dia terás o merecido retorno!!! :)
Comentário de Amparo Losana em 6 abril 2011 às 15:36

Este é um tema muito difícil para mim. O meu filho tira a paciência a um santo.

Acho que não se resolve nada batendo. Mas o qué fazer quando o nosso filho não vai em palabras mansas?

Comentário de Topas em 17 março 2011 às 9:34
Comentário de Patrícia Mesquita em 7 março 2011 às 2:39
Sofia, é exactamente isso (que tu escrevestes no último texto que eu sinto)!

"Porque te odeio tanto sem nunca te ter amado:

Este é o livro do meu descontentamento. Para não me esquecer! Por ter tentado todos os caminhos que me levariam a Casa e não ter encontrado aquele que me faria chegar ao destino desejado. E agora, tantos anos passados desde o início, já não me lembro... só sei que sinto saudades de tempos que nunca tive, sinto saudades de momentos que nunca vivi, sinto saudades...

Hoje é vespera de Natal. Como eu odeio o Natal e, inexplicavelmente, continua a ser uma quadra de encontro e de família tão importante para mim. Principalmente se nunca houve encontro e muito menos família. Acordei com uma feroz discussão entre a minha mãe e o meu irmão. Será que é hoje que o verniz vai estalar de vez? Será que isso algum dia irá acontecer entre os dois? (pergunta de retórica, a resposta sempre foi conhecida). A razão pela qual discutem é vã, como sempre. A conclusão a que irão chegar, inexistente; porque estas discussões servem apenas para lhes fazer sentir que estão vivos, para lhes dar alguma emoção.

Que idade eu teria?! A idade da inocência. A um peixe, o mar é o seu refúgio último. Andado na borda d'água, eu ia juntando o meu tesouro mais precioso. Penas... Sonhos... Conchas... Esperanças...

A minha casa era feita de areia que o mar se encarregava de levar nas suas ondas. As Penas serviam de telhado, de cores mil. Os Sonhos criavam a consistência para que tudo fosse real. Nas paredes de ar, as Conchas eram os quadros de paisagens nunca antes pintados. E a Esperança era o desejo de que aquele momento não acabasse: NUNCA!

Mas a praia não tem fim para uma criança tão pequena e o cansaço logo chega. Instintivamente, quando nos apercebemos que estamos perdidos, limita-mo-nos a sentar e ficamos à espera.

Que o tempo passe, que a realidade se transforme, que a inocência não se desvaneça na linha do horizonte, lá onde as ondas são cruéis e rebentam!"
Comentário de Aiko em 6 março 2011 às 17:35

Questions & Answers

Q: What do virtually all juvenile delinquents have in common?
A: They have been raised by spankers.

Q: What was a common feature of the childhoods of Hitler, Stalin, Pol Pot, Saddam Hussein and Charles Manson?
A: Each one was relentlessly, severely, physically punished.

Q: What do most prisoners on death row have in common?
A: Plenty of spankings during childhood.

Q: What do rapists, arsonists, terrorists, torturers, serial killers, mass murderers, suicide bombers, kidnappers, snipers, assassins, muggers, vandals, spouse batterers and stalkers have in common?
A: Violent upbringing.

Q: Which child is destined never to join the company of felons?
A: One who is raised in a nurturing, attentive, supportive, non-spanking family.

Q: To turn a friendly puppy into a vicious guard dog, what must you do to it?
A: Restrict its movement and beat it often.

 

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