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Comentário de ManuelJ em 4 dezembro 2010 às 19:32
Queridos Amigos
Como sabem decorreu a cimeira de Cancun que pretendia remendar o desastroso resultado (que no meu entendimento foi um óptimo resultado) da cimeira de Copenhaga de há um ano.

O que desconhecia e acabo de saber é que foi proposto por pesos pesasdos (pessoal de Oxford e quejandos) que se deverá voltar ao racionamento se queremos evitar um subida de 4º nos próximos 20 anos, blá, blá, blá, a ladaínha do costume (ver aqui)

Então afinal em que ficamos? Dizem que querem promover o desenvolvimento da economia, mas depois pretendem destruir a procura nem que seja com o argumento da "Aquecimento Global" (e eu aqui a escrever com este frio...).

Como sabemos a destruição da procura modera o consumo de petróleo que já passou os 90 dolars (obrigado Nuno pela informação). Será que estamos mesmo próximo do final do plateau da curva "peak oil"? Mistééério...

Um Abraço :-))
Comentário de ManuelJ em 8 novembro 2010 às 22:55
Amigos, nem posso acreditar... o mercado de carbono... "caput", mas logo de seguida foi criado outro. Imaginem... criaram o mercado da chuva. Dá para acreditar? Eles acham que sim porque se trata de um elemento de risco para a economia logo deverá ser valorizado.

Que acham? A finança tem muito que se diga, não tem? E há quem a considere uma ciência... não passam de uns feiticeiros, neste caso, da chuva! Desculpem-me o tom, mas perante tamanha aberração não dá para aguentar.

Por esta e por muitas outras é que continuo a pensar que é importante fazermos um esforço de entender o funcionamento do mundo financeiro, que afinal de contas influencia directamente as nossas vidas como hoje, e devido à tamanha crise instalada, sabemos bem.

Um Abraço e ... sejamos pacientes :-)
Comentário de ManuelJ em 7 novembro 2010 às 19:38
Partilho uma entrevista na RTP2 a um prof da Universidade do Algarve russo de nacionalidade, com uma opinião sobre a Teoria do Aquecimento Global (TAG) que o coloca no lado dos cépticos (bem-vindo seja).

A entrevista começa a interessar a partir dos 20 minutos (+-) e decorre na linha do que aqui temos vindo a postar. Pena foi que quando a conversa estava a aquecer tiveram de o interromper por limite de tempo. É sempre assim, primeiro enrolam, enrolam, e depois não há tempo. Mas deu para saber mais algumas coisas.

Um Abraço
Comentário de ManuelJ em 17 setembro 2010 às 22:40
João
Na realidade o teor actual de CO2 na atmosfera é superior do de há duas ou três décadas atrás. Atinge os cerca de 400 ppm quando já esteve em 200 e tantos (poderei precisar mais tarde). A questão central é dizer-se que existe uma relação directa entre esses elevados teores de CO2 com as faladas "Alterações Climáticas", o que é agora posto fortemente em causa, e para além disso, que o CO2 é de origem antropogénica e em consequência, as “Alterações Climáticas”.

Ou seja, não existe relação directa entre os elevados teores de CO2 com as faladas "Alterações Climáticas", mesmo que o CO2 seja de origem antropogénica, aspecto este que não é de todo consensual.

Daria muito jeito que a Humanidade fosse a causadora das "Alterações Climáticas" pois assim teria de pagar. Pagar o quê? CO2 claro, porque foi "fabricada" uma relação directa entre este gás (essencial à Vida) e as ditas "Alterações Climáticas".

Portanto, e respondendo à tua questão, existe sim aumento do teor de CO2, mas o que está exagerado nas previsões para o futuro, não é esse teor, mas sim o da temperatura média atmosférica que "prevêem" venha a ser elevada, e por isso pretende reduzir em de 2 graus em 2050, o que para além de ser contestável e inverosímil, e é uma tendência que não se está a verificar.
(Como vês existe aqui uma grande confusão entre CO2; aumento da temperatura atmosférica media, isto é, Teoria do Aquecimento Global, TAG; e Alterações Climáticas; e ainda Clima. É preciso entender estes conceitos e isso foi esclarecido num post que coloquei no dia 24 de Março e 2 de Abril aqui transcrevendo o resumo que tirei numa conferência com o prof Delgado Domingos).
Notas_da_conferencia.doc

Quanto à segunda questão, diz-se que já não se diferenciam as estações do ano como antigamente, e eu sou levado a concluir, quando olho para trás, que é verdade. Mas do que tenho lido e acompanhado essas alterações terão a ver com ciclos temporais que ultrapassam em muito a nossa existência aqui neste planeta. Por exemplo, fala-se muito num período ocorrido no século XII, altura em que as temperaturas foram bastante elevadas (desculpa de não ser mais preciso mas falta-me o tempo para recolher informação que sei que tenho), e de outro no século XIX que se caracterizou por temperaturas muito baixas.

Portanto e para concluir, o Movimento de Transição seria uma resposta às faladas “Alterações Climáticas” se pela sua acção diminuísse a emissão de CO2, e se simultaneamente o CO2 tivesse uma relação directa com esse assunto, o que parece não acontecer. Logo, entendo ser cauteloso não centrar a nossa atenção neste argumento tão polémico, pois como todos sabemos, existem argumentos mais fortes e muito mais objectivos para promover, sustentar e justificar o Movimento de Transição.

Um Abraço :-))
Comentário de BEMCOMUM.net em 17 setembro 2010 às 14:33
ManuelJ,

Neste momento parece-me que o problema das emissões de carbono é real, tendo sido apenas exagerado a sua evolução no tempo. Concorda?

Acha que o Movimento de Transição deveria abandonar a ideia de também serem uma resposta às Alterações Climáticas?

Outro abraço...
Comentário de ManuelJ em 17 setembro 2010 às 14:02
Mais uma evidência de que as grandes corporações andam a utilizar o carbono, comprando activos de carbono para conseguirem prémios, para se tornarem verdes e obterem benefícios disso em bolsa. Só não dizem que, para além de terem dado uma ninharia pela aquisição pois a tonelada de carbono hoje vale quase nada em resultado do Climategate (não sendo preciso, mas passou de cerca de 8 dollars para 20 cent a tonelada de CO2), as compensações disso, ainda por cima, são fraudelentas.

http://ecotretas.blogspot.com/2010/09/dom-quixote-de-la-india.html

Enfim, o mesmo de sempre...

Um Abraço :-(
Comentário de ManuelJ em 31 agosto 2010 às 14:13
Perante evidencias de que o IPCC fez previsões em dados pouco fundamentados, a ONU promoveu uma auditoria ao seu funcionamento que chegou a conclusões que corroboram as posições dos "cépticos". Ver aqui.

Um Abraço
Comentário de ManuelJ em 16 agosto 2010 às 12:50
Viva João
É natural que te sintas confuso com este tema. Também para mim não foi fácil. Há muito que sou leitor do Energy Bulletin (este sitio deverá ser uma referência para todos nós) onde se encontram bastantes textos que fazem recurso da Teoria do Aquecimento Global (TAG) para desenvolverem as suas explanações, inclusivamente Richard Heinberg, o meu peakoiler favorito (favorito porque usualmente depois de apresentar as dificuldades que, segundo ele, a Humanidade enfrenta, apresenta sempre, ou quase sempre, uma perspectiva final construtiva e esperançosa), muito do seu pensamento assenta na TAG.
Por outro lado a TAG é dada como certa nos manuais escolares que, naturalmente, faz parte das questões que aparecem nos exames finais como podemos comprovar aqui.

Estes aspectos levam-me a questionar se perante o posicionamento, relativamente à TAG, de pessoas que admiramos e instituições oficiais como o Ensino, que a advogam, devemos por em dúvida essa teoria? A resposta é sim. Por princípio devemos questionar tudo e logo veremos se a argumentação resiste.

A TAG tem as suas raízes, pelo menos, na Cimeira da Terra em 92 e mais tarde em Quioto, quando se acordou a redução de emissão de CO2 e se definiram as cotas de emissão desse gás para cada país, que por sua vez podem ser transaccionadas em função das suas necessidades de emissão de CO2. Ou seja, quem não tem necessidade de emissão vende a quem as cotas atribuídas não são suficientes.

Daqui, e reflectindo sobre os meios inusitadamente elevados postos à disposição para promoção da TAG, podemos concluir que “O Objectivo” de todo este tema à volta do Aquecimento Global é unicamente a criação de um mercado (bolsa) de cotas de CO2, que funcionará inicialmente entre países, depois entre empresas, que transaccionarão directamente entre si (mas sempre com a banca de permeio que fará de “facilitador”, e a quem se atribuirá o “drop” correspondente à transacção). Esse mercado evoluirá (já evoluiu) para o mercado derivado, isto é, mecanismos ou produtos financeiros colaterais ao mercado principal de CO2, mas que normalmente têm uma expressão muito mais elevada, com é o caso do jogo da batota de Futuros nos mercados accionistas normais.

Portanto, identificado “O Objectivo” (a criação de uma bolsa de CO2) desta cegada podemos perguntar como conseguirão Eles implementar tal tipo de bolsa ou mercado de algo tão estranho como o CO2? Requisito absolutamente fundamental: a Humanidade tem de aceitar de bom grado.

Então o que têm Eles feito?
1º Culpabilizar a Humanidade do CO2 emitido. Emitir CO2 tem de ser “pecado” pois provoca Aquecimento Global.
É por esse motivo que as escolas ensinam a TAG com um facto adquirido, logo será uma questão de 2 ou 3 gerações e estará aceite. É por isso (um exemplo recentíssimo) que no fim de semana passado o tema do fecho do Festival dos Oceanos na Expo foi precisamente, o Aquecimento Global (!) e a subida dos oceanos (!), quando nesta altura este assunto está desmontado.
Por outro lado como a nossa Sociedade se caracteriza por não questionar e além disso dar imenso crédito à comunidade científica (tornando-se assim ela própria numa espécie de religião), aceitando os seus dogmas, então há que comprar o auxílio académico para sustentar esta patranha. Foi o que aconteceu com a CRU (Climatic Research Unit) que reside na Universidade de East Anglia cujos estudos sustentam as decisões do IPCC da ONU. Graças ao Climategate sabemos hoje que os estudos do CRU assentam numa fraude gigantesca, já reconhecida pelo Institute of Physics.

2º Permitir à Humanidade remediar a situação. Como? Pagando claro, tal como se pagavam as indulgências para remissão dos pecados. Assim ganham todos. São os tais processos win/win. Eles enchem os bolsos e nós podemos continuar a crescer economicamente pois não existe crescimento sem emissão de CO2. Afinal o CO2 é o resultado da produção de energia que por sua vez está a montante de todos os processos, a começar pelos económicos. Uma maravilha não achas? É o Ovo de Colombo para o mundo financeiro. Como sempre estão muito à frente.

Em conclusão: foi montado um circo (é bom recordar a forma como se preparou a vinda de Algore ao nosso país) com a ajuda dos media “de referência”, da “comunidade científica” e da “comunidade política”, para nos convencer de que somos pecadores, mas como não há pecados sem a possibilidade de remissão, temos a OPORTUNIDADE (para nossa salvação) de nos redimir, PAGANDO. A Comunidade Financeira agradece.

Embora desta forma muito breve e simplista, e decerto nalguns aspectos do teu conhecimento, espero que tenha conseguido ajudar-te a diminuir o desconforto que sentirás ao reflectires sobre este assunto, mas vou procurar alguns textos e calhando, coloco-os aqui.

Um Abraço :-))
Comentário de mario em 12 agosto 2010 às 8:34
não estás sózinho. a comunidade científica, entre outras, também.
http://www.euronews.net/2010/08/05/global-warming-in-norway-and-gre...
Comentário de BEMCOMUM.net em 11 agosto 2010 às 22:44
Viva Manuel!

A metáfora é potencialmente muito boa, mas continuo profundamente ignorante sobre o tema. Há demasiada confusão sobre o carbono...
 

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