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Comentário de Chelonia mydas em 19 maio 2011 às 22:42

Boas,

Precisei de fazer aqui na rede uma pesquisa sobre Comunicação e Divulgação e depois de algum tempo foi possível identificar 11 grupos que percepcionei como estando correlacionados. Achei que esta informação podia ser útil e por isso aqui deixo a lista:

 

Apenas uma nota: Não seria possível ligar os grupos para ser mais fácil de consultar (tipo com links na descrição dos grupos ou criando um local comum na ficha dos Grupos)?

O que achas? Vou postar esta mensagem nos outros grupos também...Pode ser que ajude outros "pesquisadores".

A propósito, bom trabalho!!

Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 19 fevereiro 2011 às 20:46
Ficou cortado. Agora não tenho tempo de terminar. Fica para outro dia.
Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 19 fevereiro 2011 às 20:44

Custou-me escolher. Como escreveu Florbela Espanca: eu quero amar, amar perdidamente..

Este amor pelos livros torna difícil algumas escolhas. O primeiro livro que escolho para referir aqui é uma recolha de conferências de Krishnamurti e intitula-se: O DESPERTAR DA SENSIBILIDADE.

As palavras deste homem são de uma rara lucidez, originalidade e focadas nos aspectos mais essenciais da realidade humana, no entanto, ele próprio alertou para a nossa ânsia de procurarmos uma autoridade que nos guie: «Afirmo que a Verdade é uma terra sem caminho. O homem não pode atingi-la por intermédio de nenhuma organização, de nenhum credo (...) Tem de encontrá-la através do espelho do relacionamento, através da compreensão dos conteúdos da sua própria mente, através da observação.»

É um daqueles livros que revisitamos várias vezes sempre com benefício e nova compreensão. Destaco como particularmente pertinente ao movimento de Transição, a sétima conferencia de Bombaim (1 de Março de 1964), da qual não resisto a transcrever alguns excertos:

«Penso que muito poucos de nós se apercebem dos problemas tremendos com que estamos confrontados; muito poucos estão conscientes de tudo o que eles implicam e desejam realmente fazer alguma coisa em relação a eles. Ao lermos um ou dois artigos de jornal, ao lermos um livro, compreendemos, intelectualmente ou ao nível verbal, a imensa revolução que está a acontecer exteriormente. Mas compreender, de facto, é encarar os problemas - não ao nível intelectual ou ao nível das palavras, mas entrar em contacto directo com eles. E quando se faz isso, percebe-se, como um choque tremendo, que o homem vive, há mais de um milhão de anos, com muito pouca compreensão, e sem ter mudado muito - sem transmutação ou mutação - sem uma transformação total do coração e da mente.

Temos muitos problemas: a extrema falta de afeição no mundo, uma completa ausência de amor; o problema do sexo; e também o problema do sentimento de culpa. Além disso, não compreendemos plenamente o que significa ser criador. Estamos perante estes problemas e temos de lhes dar resposta, cada um de nós. E parece-me que uma das nossas maiores dificuldades é confiarmos no pensamento para solucionar esses inúmeros problemas.

O pensamento é do tempo e não tem nenhuma possibilidade de resolver os problemas da nossa vida.

Penso que esta é a primeira coisa que temos de compreender. O pensamento não está liberto do tempo nem da autoridade, e não pode, em circunstância alguma, resolver os problemas extremamente complexos da nossa vida. Do que precisamos é de enfrentar esses problemas de maneira totalmente nova, por meio de uma abordagem activa, operacional, que cada um possa testar, pondo-a em prática. Para compreender as limitações e a importância do pensamento, cada um tem de compreender o processo mecânico do pensamento, e a futilidade e extrema superficialidade das filosofias que temos, pois elas são produto do pensamento.

Precisamos de transcender as limitações do pensamento, e isso é um dos nossos maiores problemas. E precisamos também de compreender que o caminho seguido pela «religião» tradicional não leva a lado nenhum, e que as chamadas religiões têm de ser totalmente abandonadas. Precisamos, ainda, de descobrir por nós mesmos o que é um indivíduo. E, finalmente, tem de se descobrir a importância da religião e, com o descobrimento do que é verdadeiro, observar o aparecimento de um estado em que a mente está em transformação. é sobre isto que vamos falar esta tarde - a religião, o indivíduo e a mutação.

(...)

A sociedade, que é relação, é o resultado da nossa relação com o outro. (...) Nenhuma religião, nenhuma crença, nenhum dogma nos purificará a mente e o coração, tão completamente que possamos sair desta nossa condição, para um es

Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 6 fevereiro 2011 às 21:15
Combinado!
Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 24 janeiro 2011 às 11:17

Olá Fátima,

Quanto às sementes turistas não te preocupes só lá para fim de Fevereiro vou pensar nos tomateiros. A horta (2) está em repouso total. 

O prazo podia ser mais 2 semanas ... que te parece?

Eu sou uma pessoa com tanta sorte que só tenho boas leituras. Uma única vez trouxe para casa um mau livro mas isso também tem a ver com a maneira como os escolho ou me deixo cativar por eles. 

Um grande abraço e obrigado por seres como és

Ana

Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 24 janeiro 2011 às 0:19

Dar um prazo é boa ideia. Há pessoal que passa muito tempo sem vir à rede.

Os grupos também são recicláveis. Não se pode perder nada.

 

Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 23 janeiro 2011 às 22:29

Olá Fátima,

Eu gostaria de alinhar na tua proposta para resumos, excertos, pequenas apologias. Conta comigo.

Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 4 janeiro 2011 às 6:30

Bom Dia Fátima,

O grande Rumi ainda hoje amado e lido no país das rosas. 

Agradeço-te este começar de dia em tão boa companhia. Ao longo dos séculos tantos humanos nos iluminaram o caminho. Que boa luz vem destas palavras, assim o saibamos realizar.

Comentário de Ana Paula J. N. A. Fernandes em 3 janeiro 2011 às 23:09

Já encontrei Fátima!

Eu amo ler.

Aceitando a tua sugestão, começo por escrever sobre o livro "O meu coração é árabe" da autoria de Adalberto Alves. Neste livro encontramos a par do amor à língua portuguesa um grande enamoramento pela poesia árabe, da qual Adalberto é um tradutor exímio.

Deixo dois excertos para sugestão.

"Da fraternidade e espírito universalista do Islão dá testemunho essa luminosa figura mística sufi, Ibn 'Arabî, de Múrcia, que proclamava no Andalus do século XIII: «O meu coração abriu-se a todas as formas: é uma pastagem para gazelas, um claustro para monges cristãos, um templo de ídolos, a Caaba do peregrino, as tábuas da Tora e o Alcorão. pratico a religião do Amor; qualquer que seja a direcção em que as caravanas avancem, a religião do amor será sempre o meu credo e a minha fé.» ou, como dizia o poeta az-Zubaidî (989), «a terra inteira, na sua diversidade, é una, os homens todos irmãos e vizinhos». (...) 

 

«O homem é filho do Nada

e do abandono a presa

seu coração folha seca

pelos ventos fustigada.» 

(de Ibn Dâwûd Al-Marwânî)

Comentário de BEMCOMUM.net em 29 dezembro 2010 às 14:49
Aguardemos a resposta da Eduarda...
 

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